DÚVIDAS
FREQUENTES

Oftalmologia

Tenho catarata, preciso operar?

A catarata é uma doença ocular que causa a opacidade do cristalino, uma lente natural que temos dentro do olho. É a principal causa de cegueira reversível no mundo e a única forma de removê-la é através da cirurgia.

Com que frequência devo me consultar com o oftalmologista?

A consulta oftalmológica deve ser feita anualmente caso o paciente não tenha sintomas. Caso sinta qualquer sintoma ocular ou alteração visual, o paciente deve procurar o oftalmologista o quanto antes.

Quanto tempo devo ficar sem as lentes de contato antes da consulta oftalmológica?

As lentes de contato promovem mudanças na superfície ocular que podem, por exemplo, alterar o exame de refração – grau dos óculos. Para o exame oftalmológico não ser comprometido, as lentes de contato devem ser evitadas por pelo menos 72 horas antes da consulta.

Posso usar lágrima artificial por conta própria?

Existem diferentes tipos de colírios lubrificantes e seu uso deve ser indicado por um médico oftalmologista após uma consulta completa. Cada paciente apresenta uma necessidade individual e cabe ao oftalmologista indicar o melhor tipo de lubrificante ocular de acordo com as necessidades do paciente. Além disso, existem colírios popularmente utilizados como lágrima artificial, porém não possuem a função de lubrificar os olhos e ainda podem causar danos à saúde ocular.

Meu pai tem glaucoma, eu vou ter também?

O glaucoma é uma doença que cursa com lesão progressiva do nervo óptico. Dentre os sintomas do glaucoma está a alteração do campo visual, podendo evoluir para a cegueira. A doença é multifatorial e o aumento da pressão intra-ocular é tido como um dos fatores de risco. Outro fator de risco importante é a história familiar positiva. Portanto, caso alguém na família tenha glaucoma, é importante o acompanhamento oftalmológico periódico precoce para rastreamento da doença.

Meus olhos coçam muito. O que devo fazer?

O ato de coçar os olhos é extremamente traumático aos olhos e pode causar sérios danos como a ptose (“queda da pálpebra”) ou a evolução de ceratocone. Existem inúmeras condições oftalmológicas que podem levar a coceira ocular. Dentre elas podemos citar a alergia ocular, a blefarite ou as ceratites. O Oftalmologista deve ser consultado a fim de prescrever o tratamento específico. Caso esteja sentindo coceira ocular rotineiramente, agende uma consulta oftalmológica.

Otorrinolaringologia

A surdez pode ter causa genética?

Acredita-se que pelo menos 60% das perdas auditivas tenham origem genética e podem ser classificadas em sindrômicas ou não sindrômicas. Na primeira, estão associadas a outras alterações fenotípicas e tem como padrão perdas condutivas ou mistas. Já na segunda, como a origem principal são malformações cocleares, a perda é do tipo neurossensorial e respondem por aproximadamente 70% de todas as causas genéticas.

Toda tontura é sinônimo de labirintite?

Não! A tontura tem causas multifatoriais e a maioria delas é desencadeada por distúrbios metabólicos. Dentre as causas otorrinolaringológicas podemos destacar vertigens posturais, neurites vestibulares e a famosa labirintite aguda.

Zumbido tem cura?

Sim, zumbido tem cura! O primeiro passo para o tratamento é a definição da causa. Muitas vezes o zumbido é decorrente de disfunções orgânicas ou devido a hábitos desajustados do paciente. Como investigação etiológica estão a audiometria, exames laboratoriais e até exames de imagem.

Tenho “crises de sinusite” todo mês. O que posso fazer?

 A rinossinusite, por definição, é um quadro inflamatório da mucosa nasal e dos seios da face e pode ser classificada em aguda ou crônica. É um erro comum achar que toda rinossinusite deve ser tratada com antibióticos, pois podem ter outras etiologias como viral, alérgica, anatômica ou sistêmica. Antes de mais nada o paciente deve iniciar uma investigação com seu otorrinolaringologista para definir a causa provável dos episódios e estabelecer as estratégias de tratamento, sejam elas clínicas ou cirúrgicas.

Medicina do Sono

Roncar é normal?

Não! Os roncos noturnos são originados da vibração anormal da via aérea superior durante a inspiração. O ronco pode indicar, muitas vezes, outras doenças como apneia do sono, obesidade ou desvio do septo nasal, portanto, se você ronca à noite procure o auxílio de um especialista em Medicina do Sono.

Tenho uma rotina desorganizada. Isso pode afetar a qualidade do meu sono?

Com certeza, sim! Termos hábitos saudáveis e uma rotina regrada faz toda a diferença para um sono de boa qualidade. Quanto mais regulares forem nossos horários para refeições, atividade física ou para dormir, melhor será o funcionamento do nosso corpo e mente.

Estética da Face

Meu filho tem orelha de abano, o que eu faço?

Orelha proeminente ou a popular “orelha de abano” é uma alteração anatômica muito comum. No universo infantil isso pode ser particularmente prejudicial quando a criança começa a sofrer ‘bullying’ devido a essa alteração. O tratamento é obrigatoriamente cirúrgico e o procedimento é chamado de Otoplastia. Se seu filho sofre de alguma maneira com suas orelhas, está na hora de procurar auxílio médico.

Aleitamento Materno

Bebês precisam receber água enquanto apenas recebem leite?

Não! O leite materno tem um alto nível de água responsável pela hidratação do bebê além de todos os outros componentes necessários para alimentá-lo e proporcionar desenvolvimento adequado. Mesmo quando o bebê recebe fórmula infantil não é preciso receber água até iniciar a alimentação.

Quais os benefícios da amamentação?

Os benefícios são inúmeros e entre eles estão o poder imunológico, redução de doenças respiratórias e alérgicas, desenvolvimento equilibrado dos ossos e músculos da face do bebê, preparação de todo o sistema de sucção, respiração e deglutição para a fase seguinte de mastigação, redução de sangramento uterino após o parto, retorno ao peso anterior à gestação, redução de chance de tumores de ovários, útero e mamas dentre outros.

Terapia da Dor

Quem é o médico responsável para cuidar da dor?

A certificação na área de Atuação em dor pela Associação Médica Brasileira (AMB) exige como pré-requisito especialidade em Acupuntura, Anestesiologia, Clínica Médica, Fisiatria, Neurocirurgia, Neurologia, Ortopedia, Pediatria ou Reumatologia.

O que é dor?

A dor é um fenômeno subjetivo definida pela Associação Internacional para o estudo da dor (IASP) como uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial, ou descritas em termos desta lesão. A dor pode ser classificada como aguda ou crônica, aquela que perdura por mais de três meses ou seis meses, a depender do autor.

Qual a diferença entre dor aguda e dor crônica?

A dor aguda possui função muito importante de preservação da integridade do indivíduo, pois é um sintoma de alerta para ocorrências de lesões no corpo, por isso espera-se que ela desapareça após a cura da lesão; são exemplos as queimaduras, fraturas e a dor pós operatória. Já a dor crônica não possui essa característica, trata-se de dor que persiste além do tempo normal de cura e que impacta negativamente na qualidade de vida dos indivíduos afetados e acarreta não apenas sofrimento físico, mas também psicológico. Pode estar associada à depressão, incapacidade física e funcional, afastamento social e desequilíbrio econômico, alterações na dinâmica familiar, acarretando enorme custo socioeconômico.

Quais são os tratamentos para dor crônica?

O tratamento da dor crônica é complexo, exige um trabalho multidisciplinar e envolve profissionais de diferentes especialidades. 
Após avaliação médica, determina-se o tratamento individualizado mais indicado naquele momento, o qual pode incluir uso de medicamentos, acupuntura, estimulação elétrica, terapia cognitivo-comportamental, cirurgia, prática de atividade física e fisioterápica, entre outros. 
Dentre os procedimentos intervencionistas existem aqueles com técnicas minimamente invasivas, como por exemplo, os bloqueios diagnósticos, os bloqueios terapêuticos com medicamentos, a radiofrequência, a aplicação de Botox, os sistemas implantáveis, os procedimentos de descompressão percutânea e a vertebroplastia.
Nem sempre é possível eliminar totalmente a dor crônica, por isso o objetivo é aliviar a dor de forma mais sustentável e duradoura possível, promover reabilitação e devolver o bem estar ao paciente.

Quais são os tipos mais comuns de dor?

– Dores na coluna vertebral (cervical, torácica e lombar):

  • hérnia discal
  • pós artrodese
  • facetária
  • estenose de canal medular
  • discopatias

– Dor orofacial:

  • articulares da ATM
  • neuralgia do trigêmio

– Cefaleias (dores de cabeça):

  • enxaqueca
  • tensional
  • occipito-cervical

– Fibromialgia

– Síndrome dolorosa miofascial

– Dores musculoesqueléticas:

  • articulares (ombro, joelhos e quadril)
  • tendinites

– Dor central (pós AVC, doenças desmielinizantes, tumorais)

– Dor abdominal

– Dor pélvica

– Dor oncológica (metástase, compressão tumoral, quimioterapia)

– Dor pós operatória (aguda e crônica)

– Dor pediátrica

– Síndromes neuropáticas:

  • neuralgia pós herpética
  • síndrome complexa dolorosa regional
  • neuropatia diabética
  • dor fantasma (amputação de membros)
  • induzida por medicamentos

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